Escrito pela IA
Um portal de tecnologia que diz no nome como é feito.
- Cliente
- Projeto próprio
- Segmento
- Mídia · Tecnologia
- Ano
- 2026
- Escopo
- Conceito · Identidade · Desenvolvimento · Automação editorial
O problema
Todo mundo usa IA pra escrever e quase ninguém assume. O resultado é um mercado cheio de texto genérico que finge ser apurado, e um leitor que desconfia de tudo.
Quis testar o contrário: colocar o método no nome do veículo e ver se transparência funciona como posicionamento em vez de como desculpa.
O que eu fiz
O processo editorial está publicado na página Sobre, em cinco passos: seleção de pauta, mínimo de duas fontes com checagem da primária, redação seguindo um guia de voz, revisão humana e imagem gerada no estilo da casa. As regras também estão escritas: não inventa declaração, número nem fonte; rumor sai rotulado como rumor; correção é sinalizada.
A voz é a parte que a automação não toca. Os títulos têm juízo de valor e opinião marcada, porque manchete asséptica é o que faz portal automatizado parecer robô. O pipeline entrega rascunho com pacote de SEO e capa pronta; quem decide o que vai pro ar sou eu.
A automação é do processo, não da voz
O que a máquina faz bem é monitorar fonte, ranquear relevância e montar estrutura. O que ela faz mal é ter opinião. A divisão de trabalho é essa, e é por isso que o texto não sai com cara de release reescrito.
Prova pública, não slide de proposta
É o mesmo sistema que ofereço para cliente, rodando em público todo dia, com o nome do método na porta. Cliente que quer entender o que é automação editorial consegue abrir o site e ver funcionando.
Por dentro
Documentação do projeto
Direção de arte
Portal sobre IA que não podia parecer feito por IA. Cortei todo o vocabulário visual do gênero — gradiente roxo, cérebro de circuito, partícula flutuando — e fiquei com preto, uma cor ácida só, e hierarquia de jornal. O verde-limão é o único elemento que se permite gritar, e ele marca categoria, não decoração.
Tipografia
- Aa Inter
Toda a interface, de manchete a legenda. Uma família só, resolvida por peso e tamanho.
Fonte única foi decisão de performance: cada família a mais é uma requisição bloqueando a primeira pintura, num site que publica dezenas de páginas por semana.
Paleta
- #0D0D0D Fundo
- #15181B Card
- #C9F73A Acento
- #3AA0F7 Categoria
- #2FD4C4 Categoria
- #A06BFF Categoria
- #F0A92E Categoria
- #E2564A Categoria
Nove cores de categoria saem de uma variável só. A editoria pinta o card, a tarja e o link ativo sem que nenhum componente carregue a regra.
Por que essa stack
WordPress, mas usado como banco e não como editor: o pipeline escreve o post inteiro pela REST API — título, corpo, pacote de SEO do Rank Math, capa gerada — e o post nasce como rascunho. A parte humana é aprovar. Escolhi WordPress aqui, e não estático, exatamente porque ele já resolve autoria, revisão, agendamento e AdSense sem eu escrever nada disso.
Detalhes
Rascunho, nunca publicação direta
A API tem permissão pra criar, não pra publicar. É uma trava de arquitetura, não de disciplina: mesmo se o pipeline falhar feio, nada chega ao leitor sem alguém ter clicado.
Capa montada, não sorteada
A imagem gerada entra como fundo de um template com máscara, tarja de categoria e wordmark em posição fixa. Duas matérias do mesmo assunto saem parecidas de propósito.
Em números
O que foi construído, contado no próprio site.
passos de processo editorial, publicados abertamente
editorias: IA, tecnologia, negócios, hardware, crypto, futuro e ferramentas
das matérias com o método declarado no rodapé do texto